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6 tipos de chá que aliviam a prisão de ventre; saiba como prepará-los

Resumo:

Chá para prisão de ventre pode melhorar o intestino, mas exige moderação

Alguns tipos de chá com propriedades laxativas e digestivas podem ajudar a aliviar a prisão de ventre e melhorar o funcionamento intestinal. A recomendação é da nutricionista Rayanne Marques, que destaca plantas e especiarias capazes de estimular o trânsito intestinal e reduzir o desconforto.

Opções indicadas para melhorar o trânsito intestinal

Chá caseiro usado para melhorar a digestão e reduzir desconfortos | Imagem: Freepik

Chá caseiro usado para melhorar a digestão e reduzir desconfortos | Imagem: Freepik

De acordo com o Metrópoles, entre as bebidas recomendadas, Rayanne cita o chá de sene, hortelã, erva-doce, boldo, ruibarbo e o de ameixa seca. Cada um atua de forma diferente no organismo. “Algumas estimulam o peristaltismo, outras facilitam a digestão ou reduzem gases, o que, no conjunto, melhora o funcionamento do intestino”, explica.

Segundo a nutricionista, o sene contém senosídeos, que agem diretamente no intestino grosso, enquanto o boldo apresenta lactonas amargas que estimulam a produção de bile no fígado. A hortelã possui mentol, que favorece a motilidade intestinal. Já a erva-doce contém anetol, que reduz gases e auxilia na passagem do bolo fecal ao longo do intestino grosso.

Moderação é essencial para evitar efeitos adversos

Apesar dos benefícios, o consumo em excesso pode prejudicar a saúde. “A dosagem faz toda a diferença. Em geral, uma ou duas xícaras por dia são suficientes para obter os benefícios sem sobrecarregar o organismo. Chás com efeito mais potente, como o de sene, devem ser usados por curtos períodos e sempre com acompanhamento profissional, para evitar dependência intestinal ou desidratação”, alerta a especialista.

Além disso, a nutricionista lembra que, mesmo sendo opções naturais, essas bebidas devem ser consumidas com orientação. O uso indiscriminado pode gerar efeitos colaterais, principalmente em chás mais concentrados ou de ação intensa.

Atenção a grupos que exigem restrições

Certos públicos precisam de cautela antes de adotar essa estratégia. “Grupos com diagnósticos de doenças inflamatórias intestinais, gestantes, lactantes, crianças e idosos precisam de atenção redobrada ao recorrem à estratégia”, afirma.

Segundo ela, nesses casos, a recomendação médica é indispensável, pois o organismo pode reagir de forma diferente e até sofrer complicações diante de determinados compostos presentes nas ervas.

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