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Descubra quais vacinas não estão disponíveis no SUS e onde encontrá-las

Resumo:

Outras vacinas disponíveis fora do SUS não fazem parte do calendário público, mas oferecem maior proteção em laboratórios registrados pela Anvisa

Programas de vacinação são considerados pilares para o controle de doenças no Brasil e no mundo. Por meio deles, epidemias foram controladas e enfermidades erradicadas. No país, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) garante vacinas gratuitas para todas as faixas etárias por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Apesar da ampla cobertura, alguns imunizantes não estão disponíveis na rede pública. Eles podem ser encontrados em clínicas privadas, mediante prescrição médica. Dessa forma, cresce o interesse da população em saber quais vacinas estão fora do calendário do SUS.

Quais vacinas não estão disponíveis pelo SUS?

Além das vacinas fornecidas gratuitamente, laboratórios particulares oferecem outros imunizantes que ampliam a proteção contra doenças. Segundo especialistas, a escolha de clínicas privadas exige cuidado, já que o local deve ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão responsável por autorizar esse tipo de serviço.

Entre os imunizantes que não estão no SUS, mas podem ser aplicados em clínicas, estão a vacina contra o vírus herpes zoster, a meningocócica B, o esquema completo da meningocócica ACWY, a segunda dose da varicela, o HPV nonavalente e a influenza tetravalente. Esses imunizantes complementam a proteção já oferecida pelo calendário nacional e são indicados conforme avaliação médica.

Além disso, em julho, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação da cobertura da vacina meningocócica ACWY. Antes, era destinada apenas a adolescentes entre 11 e 14 anos. Agora, também está disponível para crianças de 12 meses, como reforço à meningocócica C, segundo nota técnica da pasta.

Como uma vacina passa a fazer parte do calendário do PNI?

Outras vacinas disponíveis fora do SUS complementam calendário vacinal | Imagem: Freepik

Outras vacinas disponíveis fora do SUS complementam calendário vacinal | Imagem: Freepik

Para que uma vacina seja incorporada ao calendário oficial do PNI, é necessário passar pela avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). O processo considera a gravidade da doença, sua frequência, impacto na saúde pública, além da mortalidade e da morbidade.

Outros pontos avaliados são custo-efetividade, eficácia e segurança, além da viabilidade logística de distribuição e armazenamento pelo SUS. Assim, apenas após a análise desses critérios técnicos e científicos, a vacina pode ser disponibilizada de forma gratuita pelo sistema público.

A decisão também envolve estudos epidemiológicos. Esses levantamentos medem a ocorrência e a gravidade de doenças em grupos populacionais, ajudando a definir prioridades. Esse acompanhamento é fundamental para orientar as políticas de saúde coletiva.

Como a segurança das vacinas é garantida?

O processo de produção das vacinas segue rigorosos protocolos internacionais e nacionais. As Boas Práticas de Fabricação (BPF), determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Anvisa, estabelecem normas específicas para cada etapa.

“Primeiro, há estudos pré-clínicos em laboratório e modelos animais para avaliar a segurança e a resposta imune. Em seguida, ocorrem ensaios clínicos em três fases, que avaliam segurança, imunogenicidade [capacidade da resposta imune] e eficácia em humanos”, descreve Renata.

“Após a aprovação regulatória, a produção industrial mantém um controle rigoroso de matérias-primas, esterilidade e potência, com testagem de cada lote”, diz. Mesmo após a distribuição, os imunizantes continuam sob vigilância do Sistema de Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV). Esse monitoramento busca garantir que a aplicação siga segura para toda a população.

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